Dados Biográficos

Nascido na Freguesia de Lavra, a 8 de Maio de 1887, numa casa da tulha, localizada na parte traseira da igreja paroquial.

Filho de José Domingues dos Santos e de Maria Duarte de Oliveira, que eram modestos, mas honrados lavradores.

Depois de ter frequentado a escola primária, ingressara no Seminário Diocesano.

Concluiu o Curso Teológico no Seminário Maior do Porto, tendo como condiscípulo o futuro bispo desta diocese, D. António de Castro Meireles.

Todavia, preferiu não se ordenar e foi para a Universidade de Coimbra onde se licenciou em Direito.

Com 24 anos casou-se com Evangelina da Silva Ramalho, de Cabanelas.

Faleceu em 16 de agosto de 1958, com 78 anos.

A Vida Política

Foi professor durante um tempo, na faculdade técnica do Porto e, seguidamente, no Instituto Superior do Comércio.

Volvidos alguns anos dedica-se à vida política, filiando-se no Partido Democrático de Afonso Costa.

De 1918 a 1926 é eleito por 3 legislaturas sucessivas.

Fundador do Jornal “Tribuna.

Dr. José Domingues dos Santos a 28 de junho de 1919 foi escolhido como Ministro do Trabalho pelo então primeiro-ministro Sá Cardoso.

Com a pasta do Trabalho por decreto de 1 de novembro de 1919, fez entrar em vigor, em Portugal, o regime das  8 horas de trabalho diário sendo que este não era praticado.

26 de junho de 1920 é nomeado pelo 1.º ministro António Maria da Silva para estar à frente do Ministério do Comércio.

29 de novembro de 1920, com novo Governo, chefiado por Liberato Pinto, pela segunda vez é nomeado Ministro do Trabalho para mais tarde, este mesmo cargo lhe continuar confiado por Bernardino Machado, a partir de 2 de março de 1921.

Em vários momentos frágeis da sua carreira não teve receio de afirmar :

- "Todas as ditaduras, tanto de esquerda como de direita, são odiosas".

Álvaro de Castro convidou-o, a 22 de Dezembro de 1923, para o cargo de Ministro da Justiça sendo o cargo aceite por José.

Em 1924 formou-se a "União dos Interesses Económicos" formada pelas associações das principais cidades do país, e  a " Associação Central da Agricultura Portuguesa"

A 11 de Fevereiro de 1925 o Governo caiu.

Dr. José Domingues dos Santos, após a queda do Governo começou a liderar a corrente esquerdista dentro do Partido Democrático.

Participou na revolução de 3 de Fevereiro de 1927 contra a ditadura, pelo que teve de fugir do País exilando-se em França.

França

Em Paris formou a “Liga de Paris ou “Liga da Defesa da República”, do qual faziam parte Afonso da Costa, Bernardino Machado, Jaime Cortesão, António Sérgio e Álvaro de Castro.

Regressou de França em 1954 para voltar a exercer advocacia e participado em várias reuniões de carácter política internacional.

Faleceu a 16 de Agosto de 1958 com 78 anos.

Fonte: Livro “Pessoas de Lavra” de Boaventura Silveira, agosto de 1996

Dados Biográficos

Nascido na Freguesia de Lavra, a 8 de Maio de 1887, numa casa da tulha, localizada na parte traseira da igreja paroquial.

Filho de José Domingues dos Santos e de Maria Duarte de Oliveira, que eram modestos, mas honrados lavradores.

Depois de ter frequentado a escola primária, ingressara no Seminário Diocesano.

Concluiu o Curso Teológico no Seminário Maior do Porto, tendo como condiscípulo o futuro bispo desta diocese, D. António de Castro Meireles.

Todavia, preferiu não se ordenar e foi para a Universidade de Coimbra onde se licenciou em Direito.

Com 24 anos casou-se com Evangelina da Silva Ramalho, de Cabanelas.

Faleceu em 16 de agosto de 1958, com 78 anos.

A Vida Política

Foi professor durante um tempo, na faculdade técnica do Porto e, seguidamente, no Instituto Superior do Comércio.

Volvidos alguns anos dedica-se à vida política, filiando-se no Partido Democrático de Afonso Costa.

De 1918 a 1926 é eleito por 3 legislaturas sucessivas.

Fundador do Jornal “Tribuna.

Dr. José Domingues dos Santos a 28 de junho de 1919 foi escolhido como Ministro do Trabalho pelo então primeiro-ministro Sá Cardoso.

Com a pasta do Trabalho por decreto de 1 de novembro de 1919, fez entrar em vigor, em Portugal, o regime das  8 horas de trabalho diário sendo que este não era praticado.

26 de junho de 1920 é nomeado pelo 1.º ministro António Maria da Silva para estar à frente do Ministério do Comércio.

29 de novembro de 1920, com novo Governo, chefiado por Liberato Pinto, pela segunda vez é nomeado Ministro do Trabalho para mais tarde, este mesmo cargo lhe continuar confiado por Bernardino Machado, a partir de 2 de março de 1921.

Em vários momentos frágeis da sua carreira não teve receio de afirmar :

- "Todas as ditaduras, tanto de esquerda como de direita, são odiosas".

Álvaro de Castro convidou-o, a 22 de Dezembro de 1923, para o cargo de Ministro da Justiça sendo o cargo aceite por José.

Em 1924 formou-se a "União dos Interesses Económicos" formada pelas associações das principais cidades do país, e  a " Associação Central da Agricultura Portuguesa"

A 11 de Fevereiro de 1925 o Governo caiu.

Dr. José Domingues dos Santos, após a queda do Governo começou a liderar a corrente esquerdista dentro do Partido Democrático.

Participou na revolução de 3 de Fevereiro de 1927 contra a ditadura, pelo que teve de fugir do País exilando-se em França.

França

Em Paris formou a “Liga de Paris ou “Liga da Defesa da República”, do qual faziam parte Afonso da Costa, Bernardino Machado, Jaime Cortesão, António Sérgio e Álvaro de Castro.

Regressou de França em 1954 para voltar a exercer advocacia e participado em várias reuniões de carácter política internacional.

Faleceu a 16 de Agosto de 1958 com 78 anos.

Fonte: Livro “Pessoas de Lavra” de Boaventura Silveira, agosto de 1996

Dados Biográficos

Nascido na Freguesia de Lavra, a 8 de Maio de 1887, numa casa da tulha, localizada na parte traseira da igreja paroquial.

Filho de José Domingues dos Santos e de Maria Duarte de Oliveira, que eram modestos, mas honrados lavradores.

Depois de ter frequentado a escola primária, ingressara no Seminário Diocesano.

Concluiu o Curso Teológico no Seminário Maior do Porto, tendo como condiscípulo o futuro bispo desta diocese, D. António de Castro Meireles.

Todavia, preferiu não se ordenar e foi para a Universidade de Coimbra onde se licenciou em Direito.

Com 24 anos casou-se com Evangelina da Silva Ramalho, de Cabanelas.

Faleceu em 16 de agosto de 1958, com 78 anos.

A Vida Política

Foi professor durante um tempo, na faculdade técnica do Porto e, seguidamente, no Instituto Superior do Comércio.

Volvidos alguns anos dedica-se à vida política, filiando-se no Partido Democrático de Afonso Costa.

De 1918 a 1926 é eleito por 3 legislaturas sucessivas.

Fundador do Jornal “Tribuna.

Dr. José Domingues dos Santos a 28 de junho de 1919 foi escolhido como Ministro do Trabalho pelo então primeiro-ministro Sá Cardoso.

Com a pasta do Trabalho por decreto de 1 de novembro de 1919, fez entrar em vigor, em Portugal, o regime das  8 horas de trabalho diário sendo que este não era praticado.

26 de junho de 1920 é nomeado pelo 1.º ministro António Maria da Silva para estar à frente do Ministério do Comércio.

29 de novembro de 1920, com novo Governo, chefiado por Liberato Pinto, pela segunda vez é nomeado Ministro do Trabalho para mais tarde, este mesmo cargo lhe continuar confiado por Bernardino Machado, a partir de 2 de março de 1921.

Em vários momentos frágeis da sua carreira não teve receio de afirmar :

- "Todas as ditaduras, tanto de esquerda como de direita, são odiosas".

Álvaro de Castro convidou-o, a 22 de Dezembro de 1923, para o cargo de Ministro da Justiça sendo o cargo aceite por José.

Em 1924 formou-se a "União dos Interesses Económicos" formada pelas associações das principais cidades do país, e  a " Associação Central da Agricultura Portuguesa"

A 11 de Fevereiro de 1925 o Governo caiu.

Dr. José Domingues dos Santos, após a queda do Governo começou a liderar a corrente esquerdista dentro do Partido Democrático.

Participou na revolução de 3 de Fevereiro de 1927 contra a ditadura, pelo que teve de fugir do País exilando-se em França.

França

Em Paris formou a “Liga de Paris ou “Liga da Defesa da República”, do qual faziam parte Afonso da Costa, Bernardino Machado, Jaime Cortesão, António Sérgio e Álvaro de Castro.

Regressou de França em 1954 para voltar a exercer advocacia e participado em várias reuniões de carácter política internacional.

Faleceu a 16 de Agosto de 1958 com 78 anos.

Fonte: Livro “Pessoas de Lavra” de Boaventura Silveira, agosto de 1996

Dados Biográficos

Nascido na Freguesia de Lavra, a 8 de Maio de 1887, numa casa da tulha, localizada na parte traseira da igreja paroquial.

Filho de José Domingues dos Santos e de Maria Duarte de Oliveira, que eram modestos, mas honrados lavradores.

Depois de ter frequentado a escola primária, ingressara no Seminário Diocesano.

Concluiu o Curso Teológico no Seminário Maior do Porto, tendo como condiscípulo o futuro bispo desta diocese, D. António de Castro Meireles.

Todavia, preferiu não se ordenar e foi para a Universidade de Coimbra onde se licenciou em Direito.

Com 24 anos casou-se com Evangelina da Silva Ramalho, de Cabanelas.

Faleceu em 16 de agosto de 1958, com 78 anos.

A Vida Política

Foi professor durante um tempo, na faculdade técnica do Porto e, seguidamente, no Instituto Superior do Comércio.

Volvidos alguns anos dedica-se à vida política, filiando-se no Partido Democrático de Afonso Costa.

De 1918 a 1926 é eleito por 3 legislaturas sucessivas.

Fundador do Jornal “Tribuna.

Dr. José Domingues dos Santos a 28 de junho de 1919 foi escolhido como Ministro do Trabalho pelo então primeiro-ministro Sá Cardoso.

Com a pasta do Trabalho por decreto de 1 de novembro de 1919, fez entrar em vigor, em Portugal, o regime das  8 horas de trabalho diário sendo que este não era praticado.

26 de junho de 1920 é nomeado pelo 1.º ministro António Maria da Silva para estar à frente do Ministério do Comércio.

29 de novembro de 1920, com novo Governo, chefiado por Liberato Pinto, pela segunda vez é nomeado Ministro do Trabalho para mais tarde, este mesmo cargo lhe continuar confiado por Bernardino Machado, a partir de 2 de março de 1921.

Em vários momentos frágeis da sua carreira não teve receio de afirmar :

- "Todas as ditaduras, tanto de esquerda como de direita, são odiosas".

Álvaro de Castro convidou-o, a 22 de Dezembro de 1923, para o cargo de Ministro da Justiça sendo o cargo aceite por José.

Em 1924 formou-se a "União dos Interesses Económicos" formada pelas associações das principais cidades do país, e  a " Associação Central da Agricultura Portuguesa"

A 11 de Fevereiro de 1925 o Governo caiu.

Dr. José Domingues dos Santos, após a queda do Governo começou a liderar a corrente esquerdista dentro do Partido Democrático.

Participou na revolução de 3 de Fevereiro de 1927 contra a ditadura, pelo que teve de fugir do País exilando-se em França.

França

Em Paris formou a “Liga de Paris ou “Liga da Defesa da República”, do qual faziam parte Afonso da Costa, Bernardino Machado, Jaime Cortesão, António Sérgio e Álvaro de Castro.

Regressou de França em 1954 para voltar a exercer advocacia e participado em várias reuniões de carácter política internacional.

Faleceu a 16 de Agosto de 1958 com 78 anos.

Fonte: Livro “Pessoas de Lavra” de Boaventura Silveira, agosto de 1996